terça-feira, agosto 20

Análise – Tate no Yuusha no Nariagari – Episódio 25 – Herói do Escudo

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Finalmente, vamos à análise do episódio 25 de Tate no Yuusha! Será que o final do anime foi satisfatório? Enfim, veja nosso veredito sobre essa temporada e o que esperamos para o futuro da série!

Escudo vs Heróis de outro mundo

A chegada de Glass altera o fluxo da batalha, porém Naofumi e sua party mostram o resultando do level up. Como já havia comentado, esse evento no arquipélago caiu como uma luva para o enredo. Fica claro que Naofumi e sua party só conseguiram bater de frente com os inimigos por conta do recente aumento de níveis.

Mesmo usando ataques combinados poderosos, Naofumi consegue parar todos os golpes disparados por Glass, L’arc e Therese. É interessante ver o nosso protagonista usando diversos escudos de única vez, trazendo uma defesa potente. Aliás, é engraçado que agora a vilã misteriosa que havia nos espantado no inicio, não consegue nem arranhar Naofumi.

O crescimento até aqui!

O crescimento até aqui!

Contudo, percebendo que Glass recuou ao usar um escudo que drena MP dos inimigos, Naofumi vê uma brecha e decide enfrenta-la sozinho. Enquanto isso, Raphtalia, Filo e Melty ficam para segurar L’arc e Therese. É incrível como essas personagens se mostram bem mais fortes que os demais Heróis Cardinais.

Todavia, para um anime que sobrevive basicamente do desenvolvimento de história e personagens, é um erro inacreditável descartar os outros Heróis. Espero que, se houver uma próxima temporada, esse ponto seja resolvido. Digo isso, até porque não acompanho a novel, e me pergunto se por lá é a mesma coisa.

Confiança na party

Confiança na party

A razão de lutar

Enfim, com duas lutas ocorrendo em paralelo, vamos chegando ao final dessa batalha. Naofumi consegue uma grande vantagem em cima de Glass por conta do Escudo Soul Eater que, por algum motivo, causa muito dano nela. Aliás, essa luta entre os dois levanta uma questão que me incomoda desde o primeiro episódio. Glass pergunta qual é a motivação de Naofumi, porque ele luta com tanto afinco para salvar esse mundo?

Na minha primeira análise de Tate no Yuusha levantei a questão de que todos os personagens vindos de outro mundo para lutar aceitam esse fato muito rápido. É obvio, para voltar ao lugar que pertencem eles precisam resolver o problema das ondas, mas só em anime mesmo para não haver ao menos uma estranheza no fato deles terem sido sumonados em outro mundo.

A razão pela qual deve lutar

A razão pela qual deve lutar

O engraçado é que Naofumi também faz esse questionamento só agora. Após 25 episódios, finalmente ele se pergunta o porque de lutar para salvar esse mundo. Enfim, Glass também se revela uma Heroína de outro mundo, assim como L’arc e Therese, e é explicado que para impedir as ondas é necessário que um dos lados perca.

Entretanto, achando que as motivações de Glass são maiores que as suas, Naofumi se desconcentra e é encurralado pela inimiga. Nesse momento, Raphtalia aparece para salvar Naofumi e ele finalmente percebe sua razão de lutar: seus companheiros. Que clichê, né! O mais estranho é que Tate no Yuusha desenvolve tão bem seus personagens que isso não causa estranhamento.

Uma verdadeira heroína

Uma verdadeira heroína

O fim da onda

É revelado que essas “ondas” também acontecem em outros universos e os Heróis desses lugares, para cessar os ataques, precisam matar os defensores dos outros mundos. Ou seja, no final a “onda” precisa destruir algum dos mundos. Agora, como esses outros Heróis conseguem viajar pelas “ondas” ainda permanece um mistério.

Escolher um dos mundos como sacrifício, finalmente as palavras de Fitoria começam a fazer mais sentido!

A verdade sobre as ondas!

A verdade sobre as ondas!

Enfim, com a determinação renovada, Naofumi decide usar o Escudo da Fúria para dar o golpe final, porém ele não precisou utiliza-lo dessa vez. Enfim, com a ajuda de todos, Naofumi finalmente derrota Glass. Novamente aparece o temporizador que marca o fim da “onda” e junto de L’arc e Therese eles desaparecem.

Como já era de se esperar, Tate no Yuusha não terá um final fechado, pelo menos ainda não foi confirmada uma segunda temporada. Apesar de não termos a esperada conclusão, somos presentados com muitas respostas dos mistérios que foram levantados. Finalmente ficamos sabendo a identidade de Glass e um pouco mais sobre a mecânica das “ondas”. Infelizmente, o que está por trás delas também permanece um completo mistério.

A escolha de um herói

A escolha de um herói

Fechando os arcos

Finalmente chegamos ao final dessa primeira temporada, então vamos paras as conclusões dos arcos!

Após a batalha Naofumi decide que precisa aumentar a party para conseguir bater de frente com as próximas “ondas” e acaba se deparando com Lecia, uma aventureira que estava no grupo de Itsuki, porém foi descartada. Vendo a situação da garota e sabendo que o ajudou na última “onda”, Naofumi decide deixa-la entrar para a party dele.

Até no final Tate no Yuusha continua tentando aumentar nossas expectativas para a continuidade dessa aventura, afinal o seguimento dessa série vai depender exclusivamente dos fans. Belo gancho!

Agora temos mais uma companheira no grupo!

Agora temos mais uma companheira no grupo!

Enfim, para compensar Naofumi sobre seus feitos, a Rainha promete uma recompensa à ele. O prêmio escolhido nada mais é que se tornar o Lord de Seyaette, terra natal de Raphtalia. Ele decide que irá transformar o local em sua base e irá reconstruir a cidade junto de seus companheiros. E já vemos um pouco disso acontecendo, quando os amigos que Naofumi fez na cidade decidem se mudar para lá. Será que agora o Herói do Escudo não será mais um viajante?

Entretanto, Naofumi só faz isso pensando no futuro de Raphtalia e Filo, afinal ele terá que partir quando as “ondas” acabarem. E finalmente temos a conclusão desse arco que já se estende por muitos episódios. Raphtalia sempre se segurava quando Naofumi falava que um dia iria deixa-las, porém dessa vez ela decide expor seus sentimentos.

E o final dessa temporada é apenas um recomeço! Naofumi não poderá fazer nada quando for a hora de partir desse mundo e ele sabe muito bem disso. Até lá, ele pretende deixar esse mundo um lugar melhor para as suas companheiras e principalmente criar uma terra ao qual elas pertençam!

Que beijo foi esse? haha

Que beijo foi esse? haha

Veredito final

A primeira temporada de Tate no Yuusha foi de fato um misto de emoções. Realmente espero que tenha uma segunda temporada, pois esse final não foi satisfatório em nada para a história como um todo. Ainda existem muitas perguntas não respondidas e arcos que não foram fechados!

Tate no Yuusha, ao contrario do que pensávamos no inicio, não é um anime que depende de ação. Ele se apoia muito bem em suas tramas e principalmente no desenvolvimento de personagens. Foi apresentado um mundo extremamente rico de informações e com isso não tivemos tempo o suficiente de explorar tudo nessa primeira temporada. Realmente temos aquele gosto na boca de quero ver mais.

Temos alguns problemas aqui, a animação é muito pobre na maioria dos casos e por estarmos em uma mídia visual, essa questão acaba pesando muito. Esse anime possui um potencial muito grande para apresentar grandes lutas e batalhas e infelizmente não tivemos essa experiência ainda.

Outro problema que já ressaltei, é o fato que resolveram um dos dois arcos principais muito rápido. Tate no Yuusha se prendia basicamente em duas linhas de história: os ataques das “ondas”, que está longe de ser resolvido, e a injustiça que Naofumi sofreu no inicio do anime, esse já resolvido completamente. A pergunta agora é se o anime irá conseguir se sustentar sem se agarrar nesse segundo elemento.

Aliás, muitas pessoas começaram a assistir justamente pela proposta do primeiro episódio. E de fato isso se perde ao longo dessa primeira temporada. Felizmente, eles ainda consegue segurar com os mistérios que continuam sendo apresentados ao longo da série e pela riqueza de informações que trazem para o universo.

No final, Tate no Yuusha apresenta alguns problemas, porém nenhuma delas conseguiram tirar meu interesse na série. Temos personagens muito bem desenvolvidos e alinhados com uma boa história conseguiram apresentar um projeto satisfatório.

Torço para uma segunda temporada!

Nice ending!

Nice ending!

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Sobre o autor

22 anos, formado em Propaganda e Marketing. Assistente de Conta em uma Agência de Publicidade. São Paulo - SP. Apreciador da cultura nipônica, além dos animes e mangás tenho vários hobbies como fotografia, escrever e games. PLUS ULTRA!

1 comentário

  1. Isaías Simão Díaz on

    Um de mous anime ms favoritos, sinceramente até pode ter clichês, mas fiquei tão concentrado na trama que nim sequer reparei. Até agora 10/10

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